Por que SegWit é tão importante para o Bitcoin, mesmo 7 anos após sua implementação? Em 2017, o Bitcoin enfrentava crises de escalabilidade: taxas elevadas, confirmações lentas e bloqueios frequentes. A solução veio com uma atualização técnica que revolucionou a rede sem quebrar compatibilidade. Hoje, 80% das transações usam SegWit, e sua importância só cresce com upgrades como Taproot. Mas o que realmente é SegWit, e por que ele mudou tudo?
O Que é SegWit?
SegWit (Segregated Witness) é uma atualização de protocolo para a rede Bitcoin implementada em agosto de 2017. Seu nome significa “testemunho segregado” e refere-se à separação das assinaturas (witness) do restante dos dados da transação. Essa mudança técnica resolveu problemas críticos de escalabilidade e segurança, permitindo que a rede Bitcoin processasse mais transações sem aumentar o tamanho dos blocos.
Antes do SegWit, cada bloco Bitcoin tinha limite de 1MB, o que causava congestionamento durante picos de demanda. As transações demoravam horas para serem confirmadas, e taxas chegavam a US$ 50. A solução não foi aumentar o tamanho do bloco, mas reorganizar como os dados são armazenados, criando mais espaço efetivo sem violar a regra original. Isso fez do SegWit uma atualização “soft fork”, compatível com versões antigas da rede.
Para entender melhor, imagine um caminhão que pode carregar 10 toneladas. Antes do SegWit, todo o peso do caminhão (carga + estrutura) contava para o limite. Com SegWit, a estrutura (assinaturas) passa a contar menos, permitindo que mais carga (transações) seja transportada sem ultrapassar o limite. Essa mudança simples resolveu o problema de escalabilidade de forma elegante e segura.
Como o SegWit Funciona?
A Estrutura das Transações Antes e Depois
Antes do SegWit, cada transação Bitcoin tinha duas partes: dados principais (como valores e endereços) e assinaturas (witness). Ambas estavam embutidas no mesmo bloco, e cada byte contava igualmente para o limite de 1MB. Isso significava que transações complexas (como multisig) ocupavam espaço desnecessário, reduzindo a capacidade da rede.
Com SegWit, as assinaturas são “separadas” do bloco principal. Elas são movidas para uma seção dedicada, chamada “witness data”. A chave é que essa seção é contada de forma diferente no cálculo do tamanho do bloco. Enquanto os dados principais continuam contando 1 byte = 1 unidade de peso, as assinaturas contam 1 byte = 0,25 unidades de peso. Isso cria mais espaço efetivo para transações sem alterar o limite original de 1MB.
Por exemplo, uma transação com 1.000 bytes de dados principais e 1.000 bytes de assinaturas:
- Antes do SegWit: tamanho total = 2.000 bytes
- Com SegWit: peso total = (1.000 × 4) + (1.000 × 1) = 5.000 unidades de peso
Ao mesmo tempo, o limite máximo de peso por bloco é 4.000.000 unidades. Isso significa que, tecnicamente, um bloco SegWit pode ter até 4MB de dados, mas na prática, a maioria dos blocos tem cerca de 1,5-2MB. A diferença é que, com SegWit, mais transações cabem em cada bloco, reduzindo taxas e aumentando velocidade.
Por Que Isso Resolve o Problema de Escalabilidade?
Antes do SegWit, o limite de 1MB era rígido. Durante picos de demanda, como o boom de NFTs em 2021, as transações ficavam presas na mempool (fila de espera), com taxas inflacionadas. Com SegWit, o limite efetivo aumentou para ~2MB, permitindo que a rede processasse até 2x mais transações por bloco. Dados de 2023 mostram que blocos SegWit têm, em média, 1,8MB de dados, enquanto blocos não SegWit chegam a 1MB.
Ao aumentar a capacidade sem alterar a regra de 1MB, o SegWit evitou uma divisão na rede (hard fork). Isso foi crucial para manter a segurança e a descentralização do Bitcoin. Enquanto outros projetos como Bitcoin Cash optaram por aumentar o tamanho do bloco, o SegWit trouxe uma solução mais elegante e compatível com o futuro.
Benefícios do SegWit
Redução de Taxas de Transação
Um dos benefícios mais visíveis do SegWit é a redução de taxas. Com mais espaço efetivo em cada bloco, a oferta de espaço para transações aumentou, reduzindo a competição por espaço. Em 2017, antes do SegWit, taxas médias chegavam a US$ 50 durante congestionamentos. Após a adoção, taxas caíram para US$ 5-10, mesmo com aumento de demanda.
Isso ocorre porque transações SegWit ocupam menos espaço no bloco. Por exemplo, uma transação simples SegWit ocupa 140-160 bytes, enquanto uma não SegWit ocupa 220-250 bytes. Com menos espaço necessário, as taxas por byte são menores. Dados da Blockchain.com mostram que transações SegWit custam 30-50% menos que transações legacy, mesmo em períodos de alta demanda.
Fixação do Problema de Malleabilidade
Antes do SegWit, o Bitcoin sofria com um problema chamado “malleabilidade”. Isso ocorria porque as assinaturas faziam parte do identificador da transação (TXID). Se um atacante alterasse levemente as assinaturas, o TXID mudaria, mas a transação ainda seria válida. Isso causava problemas para aplicações como o Lightning Network, que depende de TXIDs estáveis.
Com SegWit, as assinaturas são separadas do TXID. Agora, mesmo que as assinaturas sejam alteradas, o TXID permanece o mesmo. Isso resolveu o problema de malleabilidade, permitindo que o Lightning Network e outras aplicações sejam construídas com segurança. Sem o SegWit, o Lightning Network seria impossível, pois depende de transações com TXIDs imutáveis.
Habilitação do Lightning Network
O Lightning Network é uma camada de escalabilidade que permite transações instantâneas e de baixo custo. Ele funciona criando canais de pagamento entre usuários, onde transações são processadas off-chain e só o resultado final é registrado na blockchain. Para funcionar, o Lightning Network depende de transações com TXIDs estáveis – algo que só é possível com SegWit.
Dados de 2023 mostram que o Lightning Network processa mais de 4.000 BTC por dia, com taxas de menos de 1 centavo por transação. Sem SegWit, isso seria impossível. A fixação da malleabilidade foi crucial para a segurança e escalabilidade do Lightning Network, que hoje é uma das principais soluções para pagamentos rápidos no Bitcoin.
Transações Mais Eficientes para Multisig
Transações multisig (que exigem múltiplas assinaturas) eram particularmente ineficientes antes do SegWit. Cada assinatura ocupava espaço no bloco, aumentando o tamanho da transação. Com SegWit, as assinaturas são segregadas, reduzindo o tamanho total da transação em até 40%.
Por exemplo, uma transação multisig 2-of-3 antes do SegWit ocupava 750 bytes. Com SegWit, o tamanho cai para 450 bytes. Isso significa taxas 40% menores e maior eficiência para usuários que precisam de segurança adicional, como custódias corporativas ou carteiras de segurança familiar. A eficiência é especialmente importante para empresas que realizam muitas transações multisig diariamente.
Tipos de Endereços SegWit
Endereços P2SH-SegWit (Iniciados com “3”)
Os endereços P2SH-SegWit (Pay-to-Script-Hash) começam com “3” e foram a primeira forma de usar SegWit. Eles são compatíveis com a maioria das carteiras e exchanges, mas não são tão eficientes quanto os endereços nativos. Por exemplo, uma transação para um endereço P2SH-SegWit ocupa 180-200 bytes, enquanto uma transação para um endereço nativo SegWit ocupa apenas 140-160 bytes.
A principal vantagem dos P2SH-SegWit é a compatibilidade. Carteiras antigas que não suportam endereços bech32 ainda podem enviar para eles, garantindo que os usuários não fiquem bloqueados. Porém, isso tem um custo: as transações são ligeiramente maiores, o que significa taxas mais altas do que os endereços nativos. Dados mostram que 60% das transações SegWit usam P2SH-SegWit, mas essa porcentagem está caindo à medida que a adoção de bech32 aumenta.
Endereços Native SegWit (Bech32, Iniciados com “bc1”)
Os endereços Native SegWit, também conhecidos como bech32, começam com “bc1” e são a forma mais eficiente de usar SegWit. Eles foram introduzidos em 2017 e oferecem as maiores economias de espaço. Uma transação para um endereço bech32 ocupa 140-160 bytes, 20-30% menor que P2SH-SegWit. Isso significa taxas 20-30% menores e maior eficiência para o bloco.
Outra vantagem é a detecção de erros aprimorada. O formato bech32 inclui um sistema de correção de erros que previne envios para endereços inválidos. Por exemplo, se você digitar um caractere errado, a carteira detecta automaticamente e impede a transação. Isso reduz erros humanos e perdas de fundos. Dados de 2023 mostram que 40% das transações SegWit usam bech32, e essa porcentagem está crescendo rapidamente à medida que carteiras modernas adotam o padrão.
Comparação entre Tipos de Endereços
| Característica | Legacy (P2PKH) | P2SH-SegWit | Native SegWit (bech32) |
|---|---|---|---|
| Formato | Inicia com “1” | Inicia com “3” | Inicia com “bc1” |
| Tamanho da Transação | 220-250 bytes | 180-200 bytes | 140-160 bytes |
| Taxas Relativas | 100% | 70-80% | 60-70% |
| Compatibilidade | Total | Alta (carteiras antigas) | Melhor (carteiras modernas) |
| Detecção de Erros | Básica | Básica | Avançada (evita erros humanos) |
Como Usar SegWit na Prática
Escolhendo uma Carteira SegWit
Para usar SegWit, escolha uma carteira moderna que suporte endereços bech32. Carteiras como Electrum, Trust Wallet, Ledger Live e Exodus já oferecem suporte nativo. Ao configurar a carteira, verifique se ela gera endereços “bc1” por padrão. Se a carteira só oferecer endereços “3”, você ainda pode usar SegWit, mas não terá as maiores economias de taxas.
Para carteiras de hardware, como Ledger ou Trezor, atualize o firmware para a versão mais recente. Isso garante suporte a bech32 e segurança aprimorada. Dados de 2023 mostram que 95% das carteiras de hardware suportam SegWit, mas muitos usuários ainda não ativam a opção corretamente. Sempre verifique as configurações da carteira antes de enviar ou receber fundos.
Exemplo prático: no Electrum, vá em “Wallet” > “New/Restore” e selecione “SegWit” como tipo de carteira. No Ledger Live, ao criar uma nova carteira, escolha “Bitcoin (SegWit)” no menu. Isso garante que você use endereços mais eficientes desde o início. A escolha certa da carteira é o primeiro passo para economizar taxas e aproveitar todos os benefícios do SegWit.
Enviando e Recebendo com SegWit
Para receber fundos em SegWit, compartilhe seu endereço “bc1” com o remetente. A maioria das carteiras modernas mostra claramente o formato do endereço. Se o remetente usar uma carteira antiga que só suporta legacy, ele ainda pode enviar para seu endereço SegWit, mas a transação será menos eficiente. Para garantir a máxima eficiência, use endereços bech32 sempre que possível.
Quando enviar fundos, verifique se a carteira está configurada para usar SegWit. No Trust Wallet, por exemplo, ao clicar em “Send”, selecione “SegWit” nas opções de rede. Isso garante que sua transação use o menor espaço possível, reduzindo taxas. Dados da Blockchain.com mostram que transações enviadas com SegWit têm taxas 30% menores que transações legacy, mesmo em períodos de alta demanda.
Evite usar exchanges que não suportam bech32. Algumas exchanges ainda enviam fundos para endereços legacy, mesmo quando você fornece um endereço SegWit. Isso força a transação a ser menos eficiente. Verifique as políticas da exchange antes de depositar fundos, e sempre use endereços “bc1” para garantir a máxima eficiência.
Mitos Comuns sobre SegWit
“SegWit Aumenta o Tamanho dos Blocos para 2MB”
Esse mito é comum, mas incorreto. O SegWit não aumenta o tamanho físico dos blocos, mas redefine como o espaço é contado. Antes do SegWit, o limite era 1MB de dados. Com SegWit, o limite é 4.000.000 unidades de peso, onde dados principais contam 4x e assinaturas contam 1x. Isso permite que blocos tenham até ~2MB de dados, mas tecnicamente, o limite é de peso, não de tamanho.
Por exemplo, um bloco SegWit pode ter 1.2MB de dados principais e 800KB de assinaturas, totalizando 4.000.000 unidades de peso. A chave é que as assinaturas são “discountadas”, permitindo mais transações sem violar a regra original. Isso evitou uma divisão na rede (hard fork), mantendo a segurança e descentralização do Bitcoin.
“SegWit é um Hard Fork”
Outro mito frequente é que SegWit foi um hard fork. Na realidade, foi um soft fork, o que significa que foi compatível com versões antigas da rede. Nós que não atualizaram para SegWit ainda podiam validar blocos SegWit, pois a regra de 1MB permaneceu. Apenas os nós que atualizaram aproveitaram os benefícios adicionais do SegWit.
Hard forks, como o Bitcoin Cash, criam uma nova rede separada, enquanto soft forks como SegWit são atualizações compatíveis. Isso foi crucial para a adoção em massa, pois não exigiu que todos os usuários atualizassem ao mesmo tempo. Dados de 2023 mostram que 90% dos nós Bitcoin suportam SegWit, mas a rede continua funcionando mesmo com nós antigos.
“SegWit é Obsoleto com Taproot”
Muitos acreditam que SegWit foi substituído por Taproot, mas isso é incorreto. Taproot é um upgrade que se baseia diretamente no SegWit. Ele usa o mesmo formato de endereços bech32 e beneficia-se da separação de assinaturas. Na verdade, Taproot só é possível porque SegWit já resolveu o problema de malleability e criou a estrutura necessária.
Dados de 2023 mostram que 70% das transações Taproot usam endereços SegWit. Sem SegWit, Taproot não existiria. A combinação de SegWit e Taproot criou um ecossistema mais eficiente, seguro e escalável para o Bitcoin. A ideia de que SegWit é obsoleto é um equívoco comum, mas a realidade é que ele é a base para o futuro do Bitcoin.
O Futuro do SegWit
Integração com Taproot e Beyond
Taproot, implementado em 2021, é o próximo passo na evolução do Bitcoin, e ele depende diretamente do SegWit. Taproot usa endereços bech32 para criar transações mais eficientes e privadas. Por exemplo, transações multisig agora ocupam menos espaço, com taxas 20-30% menores que antes. Dados da Blockchain.com mostram que 60% das transações multisig agora usam Taproot, graças ao SegWit.
Além de Taproot, o SegWit abre caminho para futuros upgrades como Schnorr signatures e covenants. Essas tecnologias dependem da estrutura criada pelo SegWit, como a separação de assinaturas e a fixação de malleability. Sem SegWit, esses upgrades seriam impossíveis. A verdade é que SegWit não é apenas uma atualização passada, mas a base para o futuro do Bitcoin.
Adoção em Massa e o Caminho à Frente
Apesar de 80% das transações Bitcoin usarem SegWit, a adoção ainda não é total. Muitas exchanges e carteiras antigas ainda não suportam endereços bech32, o que força transações menos eficientes. Dados de 2023 mostram que 30% das transações de exchanges são legacy, mesmo quando os usuários fornecem endereços SegWit. Isso desperdiça espaço no bloco e aumenta taxas desnecessariamente.
A solução está na educação e atualização de plataformas. Carteiras modernas como BlueWallet e Wasabi já oferecem suporte completo a bech32, e exchanges como Binance e Coinbase adotaram endereços SegWit por padrão. A chave é continuar pressionando por adoção total, garantindo que todos os usuários aproveitem os benefícios de taxas menores e maior eficiência. O futuro do Bitcoin depende de uma rede 100% SegWit.
Conclusão: SegWit é o Alicerce do Bitcoin Moderno
SegWit não é apenas uma atualização técnica; é a base que permitiu ao Bitcoin escalar sem sacrificar segurança ou descentralização. Desde sua implementação em 2017, reduziu taxas em 50%, fixou problemas críticos de malleability e habilitou o Lightning Network. Hoje, 80% das transações usam SegWit, e sua importância só cresce com upgrades como Taproot.
A verdadeira revolução está na eficiência. Transações SegWit ocupam menos espaço, custam menos e são mais seguras. Para usuários, isso significa taxas menores, confirmações mais rápidas e maior segurança para transações complexas. Para o Bitcoin como um todo, SegWit é o alicerce que permite inovações futuras sem comprometer a rede.
Para quem busca aproveitar o Bitcoin, usar SegWit não é opcional – é essencial. Escolha carteiras que suportam endereços bech32, verifique sempre o formato do endereço ao receber fundos e evite exchanges que não suportam SegWit. A cada transação SegWit, você contribui para uma rede mais eficiente e acessível. O futuro do Bitcoin está em suas mãos, e SegWit é a chave para um ecossistema mais robusto e sustentável.
SegWit aumenta o tamanho real dos blocos?
Não. SegWit redefine como o espaço é contado, não aumenta o tamanho físico. O limite é de 4.000.000 unidades de peso, onde dados principais contam 4x e assinaturas contam 1x. Isso permite blocos com até ~2MB de dados, mas tecnicamente, é uma contagem de peso, não de tamanho. A regra original de 1MB permanece, mas com uma contagem mais eficiente.
Como saber se um endereço é SegWit?
Endereços SegWit começam com “bc1” (native) ou “3” (P2SH). Endereços legacy começam com “1”. Carteiras modernas mostram claramente o formato do endereço. Para confirmar, verifique o prefixo: “bc1” é o mais eficiente, “3” é compatível mas menos eficiente, e “1” é legacy. Sempre use endereços “bc1” para maximizar eficiência e economizar taxas.
SegWit é necessário para usar o Lightning Network?
Sim. O Lightning Network depende de transações com TXIDs estáveis, algo que só é possível com SegWit. Antes do SegWit, a malleability permitia que assinaturas fossem alteradas, mudando o TXID e quebrando o funcionamento do Lightning Network. Sem SegWit, o Lightning Network não existiria, pois depende diretamente da separação de assinaturas e fixação de malleability.
Por que algumas exchanges não usam SegWit?
Muitas exchanges antigas não atualizaram suas infraestruturas para suportar endereços bech32. Isso ocorre porque atualizar sistemas legados requer investimento e tempo. Dados de 2023 mostram que 30% das exchanges ainda enviam fundos para endereços legacy, mesmo quando os usuários fornecem endereços SegWit. A solução é escolher exchanges que suportam SegWit por padrão, como Binance, Coinbase e Kraken.
SegWit é seguro para transações multisig?
Sim, e muito mais seguro. Antes do SegWit, transações multisig ocupavam muito espaço, com taxas elevadas. Com SegWit, o tamanho das transações caiu 40%, reduzindo taxas e aumentando eficiência. Além disso, a separação de assinaturas elimina riscos de malleability, garantindo que transações multisig sejam mais seguras e confiáveis. Dados de 2023 mostram que 70% das transações multisig agora usam SegWit, graças à sua segurança e eficiência.

Sou Ricardo Mendes, investidor independente desde 2017. Ao longo dos anos, me aprofundei em análise técnica e em estratégias de gestão de risco. Gosto de compartilhar o que aprendi e ajudar iniciantes a entender o mercado de Forex e Cripto de forma simples, prática e segura, sempre colocando a proteção do capital em primeiro lugar.
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Atualizado em: fevereiro 25, 2026












